Tudo Sobre Pelé: Sua História, Sua Relação Com A Filha E Suas Polêmicas

A vida de um jogador de futebol está, inevitavelmente, marcada por situações que não são comuns para os resto dos mortais. E em alguns casos, como no de Pelé, existem também outros fatores que os marcam como pessoa.

Quem é o Rei, na verdade? Além dos muitos gols que marcou, descubra como foi sua vida pessoal junto a seus entes mais queridos,além das principais polêmicas em que se meteu. Inclusive, trocas de declarações polêmicas entre ele e Xuxa.

Veja a história de Sandra, filha de Pelé que morreu vítima de câncer e pai não foi ao velório na próxima página.

Falecimento de sua filha

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Sandra Arantes do Nascimento foi uma das filhas de Pelé do qual ele não tinha conhecimento , sendo reconhecida apenas em 1996 depois de uma batalha judicial de 6 anos. Ela faleceu em outubro de 2006 sem ter o amor de seu pai, que nunca se aproximou dela. Um câncer de mama foi acabando com sua vida até a sua morte, aos 42 anos. Ele não foi ao velório da filha.

Três Corações

Edson Arantes do Nascimento, filho de Celeste e João Ramos do Nascimento e mundialmente conhecido como Pelé, nasceu dia 23 de outubro de 1940 em Três Corações, cidade de Minas Gerais que fica a 200km ao noroeste do Rio de Janeiro. Seu pai, mais conhecido como Dondinho, também se dedicou ao futebol e vestiu as cores do tricolor carioca, o Fluminense.

A razão de seu nome

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O jogador, considerado um dos melhores de todos os tempos, comentou que seu nome remete a outra grande personalidade da história. Pelé disse que seu pai escolheu o nome “Edson” em homenagem ao inventor Thomas Alva Edison, estadunidense cujo invento mais conhecido é a lâmpada elétrica.

As mulheres da sua vida

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Pelé teve cinco relacionamentos publicamente conhecidos. O primeiro, e talvez o mais importante, foi com sua primeira mulher, Rosemeri Cholbi (à direita). O mais relevante em termos midiáticos foi com a cantora e apresentadora Xuxa (acima). Depois disso, ele namorou Deise Nunes de Souza (embaixo à esquerda), esteve casado com Asíria Seixas Lemos (no centro) e, desde 2016, sua esposa é Márcia Aoki.

Quem é sua atual mulher?

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VALERY HACHE/AFP/Getty Images
VALERY HACHE/AFP/Getty Images

Marcia Aoki é empresária e 33 anos mais nova que Pelé. Eles se conheceram na década de 1980, durante uma festa em Nova York, nos Estados Unidos, mas só começaram a namorar em 2010, após reencontro inusitado dentro de um elevador do prédio onde moravam na Alameda Jaú, em São Paulo. Pelé e sua terceira esposa se casaram com uma grande festa, no Guarujá, em São Paulo. O casal reuniu amigos e familiares para celebração no Espaço Atmosphera.

Sua relação com Xuxa

RALPH GATTI/AFP/Getty Images
RALPH GATTI/AFP/Getty Images

Durante os anos oitenta, Pelé teve um relacionamento com a cantora e apresentadora Xuxa. Embora a relação tenha acabado de maneira pacífica, ela se recusava a falar de seu namoro com o astro do futebol mundial. Em uma ocasião, entretanto, ela quebrou o silêncio e disse: “Eu vou te dizer uma coisa: eu nunca vi um pé tão feio como o do Pelé. É horrível. Eu posso falar porque ele sabe que eu sempre falo isso. Foi a coisa mais feia que eu já vi na minha vida. E ele dizia assim pra mim: ‘Ah, mas esse pé já me deu muitas alegrias’. Mas, pessoal, é muito feio. Ele tem garras”.

A resposta de Pelé

Depois de ficar sabendo do comentário indiscreto de sua ex-namorada, Pelé declarou a uma revista famosa o seguinte em resposta à afirmação da eterna Rainha dos Baixinhos: “Mas se ela lembra do meu pé, imagina o resto!”. Sabe aquela história do “fala o que quer, ouve o que não quer”? Foi bem assim…

Infância difícil

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Embora seu pai fosse um jogador reconhecido, Pelé teve que trabalhar desde muito jovem. Ele se encarregava de alguns trabalhos informais e, em seu tempo livre, se dedicava a sua paixão: jogar bola. Costumava jogar na rua, e nesse contexto foi visto por Waldemar de Brito, ex-jogador da seleção verde-amarela. Ele não duvidou em acolher esse menino, que já deixava todos deslumbrados com sua habilidade. Brito o levou ao Santos, onde começou a construir-se a história de uma lenda.

Limpou banheiros

Sua família não tinha uma condição econômica muito favorável e, por isso, todos trabalhavam para manter a casa. Quando seu pai, Dondinho, teve uma lesão, passou a um clube menos prestigiado, o Bauru Atlético Clube, onde terminou como faxineiro, limpando banheiros. Foi então que seu filho o ajudou em suas de limpeza.

O legado do pai

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Quando seu pai faleceu, deixou alguns pertences para Pelé. Celeste, a mãe, foi quem ficou encarregada de entregá-los. Seu progenitor havia deixado um kit de engraxate que usava quando era pequeno. A partir desse momento, e enquanto sua família passou por necessidades, ele se dedicou a isso.

A origem de seu apelido

Seu apelido não tem nenhuma semelhança com seu nome: não é um diminutivo nem nada parecido. O mote “Pelé” surgiu quando era pequeno, e seu ídolo era o goleiro do Vasco, o Bilé. Dizem que Edson pronunciava mal o nome do jogador e terminava dizendo algo como “Pilé” ou “Pelé”.

Ministro dos Esportes

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Os jogadores que costumam transcender o aspecto esportivo por serem mega estrelas tentam explorar outros campos. No passado, optavam pela política, enquanto na atualidade convertem-se em modelos. O Rei foi ministro dos esportes entre 1995 e 1998, durante a presidência de Fernando Henrique Cardoso.

É amado por outras lendas do esporte

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Pelé não é só venerado pelos entusiastas do futebol do Brasil e do mundo, mas também pelas próprias figuras do esporte. Romário comentou: “Nunca tive ídolos, mas como não poderia ser diferente já que sou brasileiro, Pelé é nosso deus, ao menos para mim. No lugar de se dizer futebol, deveríamos dizer Pelé”.

As pressões da família

O que é realmente comovente na história desses jogadores que marcaram época é a quantidade de obstáculos que tiveram que superar. A família de Pelé, sobretudo sua mãe, não queria que ele se dedicasse ao futebol já que o pai, Dondinho, havia tido uma experiência ruim no esporte. Apesar disso, ele a convenceu de deixá-lo testar a carreira no Santos.

A dura vida de seu filho

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Edinho é o filho de Pelé que se criou à sombra do pai. Ele teve que passar sua infância longe do jogador, que era muito ocupado, mas já mais velho viajou ao Brasil. Edinho colheu más amizades e se meteu com o tráfico de drogas, razão pela qual esteve preso em várias ocasiões, estando preso no momento.

A primeira Copa do Mundo

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Com apenas 17 anos, Pelé ganhou sua primeira Copa do Mundo. Foi na Suécia, em 1958, a sexta edição da maior competição desse esporte. Naquela ocasião, a final foi entre Brasil e o país anfitrião, que tinha a ilusão de ficar com a glória. Pelé, com sua habilidade, fez com que a esperança do adversário virasse cinzas.

Premiação da FIFA

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Finalmente, em 2006, a FIFA lhe dedicou o prêmio de Melhor jogador jovem na história dos mundiais. Tal prêmio se originou durante esse ano e foi entregue pela primeira vez depois da Copa da Alemanha. Diante disso, reconheceu-se o triunfo histórico de Pelé em edições anteriores.

Explosão internacional

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A Copa da Suécia de 1958 não significou somente o primeiro título para Pelé, mas foi também o trampolim que o levou à fama ainda bem jovem. Isso ocorreu por causa de sua atuação em momentos chave para a seleção do Brasil. Ele marcou três gols na semifinal contra a França, que vencemos por 5 a 2, e fez outros dois no confronto com a Suécia na final, que acabou com o mesmíssimo resultado.

Melhor jogador do século XX

A Federeção Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS) e a FIFA nomearam o brasileiro como o melhor jogador do século XX. Os louros se devem ao títulos de três Copas do Mundo e o fato de ter feito parte da uma seleção brasileira histórica.

Descartado pelo Valencia

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É difícil de acreditar que o Valencia poderia ter contratado Pelé quando ele tinha apenas 17 anos. Enquanto o Real Madrid e o Barcelona disputavam forças no plano internacional com figuras como Alfredo Di Stefano e Kubala, o Valencia queria surpreender o mercado com uma contratação excepcional. Foi por isso que, no lugar de contratar o futuro Rei, o clube espanhol se decidiu por Walter, um atacante do Vasco da Gama de 25 anos. Anos depois viria o arrependimento.

Ao gol

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Em 19 de janeiro de 1964, ele teve uma de suas épicas atuações. Naquela ocasião, o Rei se fez de goleiro e, como se não bastasse, defendeu um pênalti num jogo em que o Santos derrotou o Grêmio por 4 a 3 pela Copa Brasil. Tudo começou quando, ao minuto 84, o goleiro Gilmar foi expulso e Pelé, que já tinha marcado dois gols no jogo, encarnou o herói e ainda defendeu o gol do adversário. Um craque!

O Santos de Pelé

Pode-se dizer que o Santos foi o lugar no mundo para Pelé: ali conquistou um total de nove campeonatos, sendo três Torneios Rio-São Paulo e seis Campeonatos Brasileiros. Com a chegada à equipe com apenas 15 anos e o reforço de jogadores do cacife de Dorval, Mengálvio, Pepe e Coutinho, entre outros, o Rei se revelou e explodiu em todo o seu potencial. Além disso, ganhou o título da Copa Libertadores de 1962 e 1962 e as Copas Intercontinentais nos mesmos anos.

Os OITO gols

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Naquela fria e chuvosa tarde de 21 de novembro de 1964, Pelé voltaria a ficar na história do Santos. Menos de 10 mil pessoas foram ao estádio para presenciar o encontro entre o time e o Botafogo. Apesar disso, muitos certamente iam querer haver estado caso soubessem que o astro mandaria oito dos onze gols que o time marcou sobre o rival. Foi ali que ele quebrou a marca de jogadores com mais gols numa partida.

Conheceu dois papas

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Pelé teve o privilégio de conhecer dois papas diferentes ao longo da sua vida. Primeiro foi João Paulo II que o recebeu no Vaticano. Anos depois, como sua figura continuava sendo expressiva, foi recebido por Joseph Ratzinger. O curioso é que o último não o reconheceu e lhe perguntou se era brasileiro!

O Maracanaço

16 de julho de 1950 foi uma das datas mais frustrantes para os brasileiros. Naquele dia aconteceu o que no mundo futebolístico se conhece como “Maracanaço”. A seleção uruguaia derrotou o grupo verde-amarelo, que jogava em casa, e levou o título da Copa do Mundo disputada em terras cariocas.

Por que o chamam de “rei”?

A razão do apelido “Rei” não tem origem nem na sua família nem numa jogada característica que tenha feito o jogador em alguma partida, mas numa capa de revista. Depois do Mundial de 1958, a revista París Match o pôs em sua capa sob o título de Le Roi (“O Rei”, em francês).

Uma promessa cumprida

A motivação de muitas pessoas na vida nasce a partir de um episódio traumático. Foi o que aconteceu a Pelé depois que a seleção brasileira perdeu o histórico mundial de 1950, disputado no Brasil. Ao ver seu pai, assim como milhões de brasileiros, sem consolo pelo ocorrido, prometeu-lhe que ganharia a copa em sua homenagem. Promessa cumprida.

Um futebolista mundial

Pelé disputou um total de quatro copas do mundo, das quais saiu como campeão três vezes: Suécia 1958, Chile 1962 e México 1970. A outra foi a da Inglaterra, em 1966, quando a seleção foi eliminada já na primeira rodada. Ele é o único jogador da história a vencer três mundiais. Além disso, com a seleção, Pelé colheu 12 gols em 14 apresentações internacionais.

Um recorde desde o princípio

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Um dos marcos que demonstram o dom do brasileiro é o fato de ter sido o jogador mais jovem a fazer gols nas copas do mundo. Ele tinha 17 anos e 239 dias, especificamente. A vítima do temível atacante foi Gales quando, em Gotemburgo em 19 de junho de 1958, deu passagem ao Brasil para as semifinais depois do 1×0.

O homem dos mil gols

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Segundo a FIFA, em 19 de novembro de 1969 Pelé marcou seu gol de número mil. Nesse dia, o Santos derrotou o Vasco da Gama por 2 a 1 no Maracanã. Aos 33 minutos do primeiro tempo, o Rei sofreu uma falta do zagueiro Renê dentro da área. Pelé bateu o pênalti com doze passos de distância e inclinando a bola em direção ao canto direito do gol do guardião argentino Andrada. Assim foi que ele marcou o milésimo gol de sua carreira.

Um jogador de cinema

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Pelé mostrou sua faceta de ator quando, no ano de 1981, fez parte do filme estadunidense “Fuga para a vitória”, junto com Sylvester Stallone. O filme é baseado num grupo de aliados que se encontram no campo de prisioneiros da guerra nazista. A inspiração tem origem num jogo real que ficou conhecido como “Partida da morte”, protagonizado pelo time ucraniano de ex-jogadores do Dínamo de Kiev. Eles derrotaram a forte equipe alemã e, por causa disso, parte do time acabou sendo executado.

A admiração de seus rivais

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O beque italiano, Tarcisio Burnich, foi rival de Pelé na Copa do Mundo de 1970, em que o Brasil foi campeão ao derrotar a Itália. O oponente declarou: “Antes do jogo, eu me dizia ‘Pelé é de carne e osso como eu’, mas uma vez começada a partida, me dava conta de que estava errado”.

O maior artilheiro de todos os tempos?

Até quem não gosta de futebol já deve ter ouvido falar dos mais de mil gols de Pelé. Enquanto muitos desconfiam desse dado, a FIFA reconhece um total de 1283 gols, em 1366 jogos. Uma das personalidades que falou a respeito foi Diego Maradona. Segundo ele: “Contam até os gols que ele fez na praia!”.

Sem a Bola de Ouro

Ainda que pareça impossível acreditar, Pelé nunca foi premiado com a Bola de Ouro, o que se deve ao fato de que naqueles anos essa distinção não existia. Numa época em que Lionel Messi e Cristiano Ronaldo arrasam no pódio do prêmio outorgado pela revista francesa France Footbal, o Rei teria feito estragos. Apesar disso, em 2014, a FIFA decidiu entregar ao astro uma Bola de Ouro honorária, num claro reconhecimento de sua extraordinária carreira.

Sua performance com a verde-amarela

Pelé se encarregou, evidentemente, de quebrar todos os recordes que existiam na sua época. Com a seleção não foi diferente: o Rei é o maior goleador da verde-amarela, com 95 gols em 77 partidas oficiais, ainda que no total tenha disputado 95 jogos. Apesar disso, há um recorde que Pelé não pôde manter: o de ser o maior artilheiro em mundiais. Anos depois de sua aposentadoria apareceu Ronaldo Nazário, o fenômeno, que colheu 15 gols.

Faz parte do “Dream Team”

Em 2002, a FIFA incluiu Pelé no “Dream Team” das Copas do Mundo. Entre aqueles que dividem a equipe com o Rei estão figuras do porte de Diego Armando Maradona, Johan Cruyff, Zinedine Zidane, entre outros.

Retornou ao futebol com o New York Cosmos

Pelé confirmou em junho de 1975 que voltaria a calçar as chuteiras depois do seu segundo afastamento, e dessa vez seria com o New York Cosmos. O astro, que tinha deixado a atividade para começar uma vida mais tranquila, teve que voltar aos campos aos 35 anos devido a problemas econômicos. Equipes do primeiro mundo como Juventus, Milan e Real Madrid estavam dispostos a ficar com ele, mas não estava nos planos do Rei voltar aos maiores clubes. Foi por isso que decidiu ficar com o time nova-iorquino.

Ele é todo um recorde

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Edson aparece em dois registros no famoso Livro Guinness dos Recordes. Primeiro por manter o maior número de gols numa carreira profissional: 1283 em 21 anos de carreira. E, em segundo lugar, por ser o jogador mais jovem em participar de uma copa do mundo, com 17 anos e 239 dias.

Nunca deu o salto à Europa

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Se hoje em dia é comum que as maiores caras do futebol deem um passo à Europa quando se destacam nas ligas sul-americanas, antes era diferente. Pelé foi sondado pelo Milan, Juventus, Manchester United e Real Madrid, mas continuou no Santos.

Sua estreia e sua aposentadoria

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Na Seleção Brasileira, lugar onde mais se destacou, debutou contra a Argentina, em 1957, na derrota contra o eterno rival por 2 a 1. Já a sua despedida do posto no qual deu muitas alegrias ao povo brasileiro, e pelo qual é motivo de veneração até hoje, foi em 1971 frente à Iugoslávia num empate de 2 a 2.

Elogiado por Bobby Charlton

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Considerado um dos melhores jogadores ingleses de todos os tempos, Charlton classifica Pelé como “um jogador com enorme talento, com grande controle de bola e visão de jogo fantástica. Era arrogante, mas não no sentido negativo. Era um jogador genial: como não ser um pouco presunçoso?”.

Entre estrelas

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Pelé foi convidado por Andy Warhol, o ilustrador estadunidense que estava ficando famoso por causa das suas fotografias. O Rei se dirigiu ao conhecido Studio 54, por onde passaram vários roqueiros e cantores para serem retratados. Ali, além de posar para fotos como esta, conheceu Rod Stewart, Frank Sinatra, OJ Simpson, John Lennon, entre muitos outros.

Está faltando potência?

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Se tem algo que caracterizava Pelé em campo era essa decisão e potência para arrasar com os rivais. Esse disparo o levava para frente, algo parecido ao que, depois de muitos anos, conseguiriam Ronaldo ou Batistuta. A potência aparentemente acabou, já que depois de mais velho protagonizou um anúncio sobre o viagra.

Para todos: o melhor

Esse brasileiro se encheu de louros anos depois de ter demonstrado todo seu futebol pelos estádios. Além da ITFF e da FIFA, outro órgão mundial lhe deu seu reconhecimento. O Comitê Olímpico Internacional (COI) o reconheceu como o “Atleta do Século”. Ele pode mesmo ser considerado o Rei do futebol brasileiro, porém há quem diga que Maradona seria o Rei do futebol para muitas pessoas.